Piloto desde os 8 anos, engenheiro de competição desde 2013 e coach de pilotagem. Corre pela Equipe MRT com o Camaro The Chaser e é a pessoa por trás da marca R37.
As 1000 Milhas são a tradicional prova de 12 horas disputada todo mês de janeiro em Interlagos. Em 2023, Ricardo venceu a categoria Turismo Nacional Clássico com seu Fusca de Copa Fusca. Na equipe: Ricardo Gouveia, Rodrigo Mourão, em sua primeira corrida, Rafael Paschoalin, Carlos Neto e Ronaldo Guimarães.
O Meet Brazil Racing (MBR) é uma das competições de time attack mais importantes do país e reúne os carros mais rápidos do Brasil e da América Latina. Acontece uma vez por ano, cada ano numa pista diferente, e vale apenas a volta mais rápida: não é uma corrida.
Em 2024, em Goiânia, Ricardo venceu a categoria FWD Turbo Clubsport com o Gol Turbo da equipe Made for Street e bateu o recorde da categoria, com a volta em 1:36,713. Foi o resultado de quase um ano de desenvolvimento e testes do carro em autódromos, num projeto da Made for Street com Robinho como chefe de equipe. Ricardo foi o piloto de testes durante o desenvolvimento, fez as molas do carro e pilotou no MBR.
Ricardo correu as 1000 Milhas pela Lira Racing, a bordo de uma Courier DTM com motor Duratec, e terminou em 2º lugar na categoria T1A.
Ricardo dividiu um Corvette ZR-1 com o amigo Rodrigo Corbisier na categoria GT3 das 1000 Milhas.
O primeiro piloto que Ricardo admirou foi o pai, Renato Rossini de Gouveia. Dele herdou a paixão pelas pistas e, depois de sua partida em 2000, o Camaro de corrida: o carro que deu início a tudo. Hoje Ricardo corre em outro Camaro, pela Equipe MRT. Os dois são os únicos Camaros de corrida em circuito do Brasil.
O 37 era o número do pai de Ricardo nas pistas. Foi ele quem o colocou também no kart do filho, e o número nunca mais saiu: está no Camaro de hoje e no nome da marca R37.
Ricardo começou no kart aos 8 anos, em 1994, com o número 37 do pai na frente do kart e o pai sempre por perto no box.
O pai de Ricardo era amigo de Gabriel Marazzi e pediu um favor: um Opala da escola de pilotagem Marazzi, que tinha banco do carona, para levar o filho na sua primeira volta em Interlagos, em 1996, aos 10 anos. Choveu no dia, e o carro estava com pneus slick.
Desde 2013, Ricardo atua como engenheiro de competição. Passou pela Porsche Cup, pela Stock Light, pelo Brasileiro de Turismo, pelo Brasileiro de Marcas, pelo Brasileiro de Endurance e por outras categorias, e segue na função até hoje. Na R37 Driver Academy, as duas experiências se juntam: o olhar de piloto, no coaching, e a análise de dados de engenheiro de competição, em cada volta do aluno. O conhecimento de acerto de carros também está nas Molas R37 e na Equipe MRT.
Em 2022, Ricardo também passou pelo motociclismo, como engenheiro de competição da equipe RP113 na categoria 1000 Pro.
Para marcas que querem se associar a um piloto, engenheiro de competição e coach: nas pistas, na mídia e nas redes.