/ PROJETOS / CAMARO 37
O Camaro 1974 de corrida do pai de Ricardo, Renato Rossini de Gouveia, com o número 37 e motor V8 350. Correu três edições das 1000 Milhas, campeonatos de endurance, de Força Livre e de Fórmula Classic, além de provas de quilômetro lançado. Ricardo guarda o carro até hoje. Foi com ele que tudo começou.
A tradução do gosto do meu pai em forma de carro, e o carro que o deixou conhecido.
Meu sonho era crescer e acelerar o Camaro. Meu pai dizia que eu precisaria “comer muito arroz e feijão”. Acho que estou chegando lá.
Muitos dos carros de corrida da época foram vendidos com o passar do tempo; este está comigo porque o considero inegociável. Não coloco para “bater roda” em corridas, mas umas voltas rápidas com certeza farei. Para mim, é a melhor forma de honrar a memória. Mas, claro, sem modificações nem upgrades.
A intenção de Ricardo é manter o Camaro totalmente como o pai o usava: sem mudar especificações e sem levá-lo a competições em que possa haver toques. A ideia é voltar a colocá-lo para andar, para sentir como é acelerar forte o carro do pai.
Em 2000, com o falecimento do pai, Renato Rossini de Gouveia, Ricardo decidiu manter e preservar na sua garagem o Camaro em que ele correu com o número 37.
O Camaro 37 nos boxes de Interlagos, nas 1000 Milhas de 1995 ou de 1996. A pista está nos detalhes: o carro correu essas duas edições com quatro faróis de milha na grade; na de 1994, usou apenas dois faróis de milha.
O Camaro 37 parado em frente aos boxes de Interlagos e, de capô aberto, o motor.

